Política
Chega pede esclarecimento rigoroso sobre incêndio que "destruiu sede distrital de Évora"
O Chega exige uma investigação "célere, rigorosa e transparente" para determinar as causas do incêndio que terá destruído "totalmente" a sede distrital do partido em Évora.
O Chega exigiu esta quinta-feira uma investigação "célere, rigorosa e transparente" para determinar as causas do incêndio que terá destruído "totalmente" a sede distrital do partido em Évora.
Em declarações à RTP, fonte da PSP revelou que não há indícios de fogo posto e que o incidente não foi comunicado à Polícia Judiciária.
A sede distrital do Chega em Évora “ficou totalmente destruída, esta quarta-feira, na sequência de um incêndio que deflagrou no interior das instalações do partido, na Rua Cândido dos Reis. Felizmente, não há feridos a registar” , lê-se num comunicado.
O partido refere que, horas antes, tinha sido registada uma primeira ocorrência no quadro elétrico geral do prédio, localizado nas escadas de acesso ao edifício. “Os bombeiros e a PSP deslocaram-se ao local e o incêndio foi controlado sem atingir as instalações do Chega”, afirma.
Na sequência dessa ocorrência, “um responsável da entidade responsável pela rede elétrica deslocou-se ao edifício e procedeu ao corte do fornecimento de eletricidade a todo o prédio”.
No entanto, cerca de duas horas e meia depois, terá sido detetado um segundo incêndio. “Desta vez, as chamas surgiram no interior da sede distrital do Chega, acabando por destruir por completo as instalações e os bens que ali se encontravam”, indica o comunicado.
O Chega diz não existirem, até agora, provas que permitam concluir que o incêndio teve origem criminosa, “nem pretende antecipar conclusões que competem exclusivamente às autoridades”. “Estão em curso as diligências necessárias para esclarecer o sucedido”, vinca.
O partido considera, porém, que a sequência dos acontecimentos “apresenta circunstâncias particularmente estranhas que justificam um esclarecimento completo e rigoroso”.
“É precisamente para acompanhar esse esclarecimento e contribuir para o apuramento integral dos factos que o Chega irá constituir-se assistente no inquérito, colaborando com as autoridades em tudo o que estiver ao seu alcance”, avança o partido.
O Chega “espera que a investigação decorra de forma célere, rigorosa e transparente, permitindo determinar as causas do incêndio e esclarecer se existe ou não qualquer relação entre as duas ocorrências”.
Em declarações à RTP, fonte da PSP revelou que não há indícios de fogo posto e que o incidente não foi comunicado à Polícia Judiciária.
A sede distrital do Chega em Évora “ficou totalmente destruída, esta quarta-feira, na sequência de um incêndio que deflagrou no interior das instalações do partido, na Rua Cândido dos Reis. Felizmente, não há feridos a registar” , lê-se num comunicado.
O partido refere que, horas antes, tinha sido registada uma primeira ocorrência no quadro elétrico geral do prédio, localizado nas escadas de acesso ao edifício. “Os bombeiros e a PSP deslocaram-se ao local e o incêndio foi controlado sem atingir as instalações do Chega”, afirma.
Na sequência dessa ocorrência, “um responsável da entidade responsável pela rede elétrica deslocou-se ao edifício e procedeu ao corte do fornecimento de eletricidade a todo o prédio”.
No entanto, cerca de duas horas e meia depois, terá sido detetado um segundo incêndio. “Desta vez, as chamas surgiram no interior da sede distrital do Chega, acabando por destruir por completo as instalações e os bens que ali se encontravam”, indica o comunicado.
O Chega diz não existirem, até agora, provas que permitam concluir que o incêndio teve origem criminosa, “nem pretende antecipar conclusões que competem exclusivamente às autoridades”. “Estão em curso as diligências necessárias para esclarecer o sucedido”, vinca.
O partido considera, porém, que a sequência dos acontecimentos “apresenta circunstâncias particularmente estranhas que justificam um esclarecimento completo e rigoroso”.
“É precisamente para acompanhar esse esclarecimento e contribuir para o apuramento integral dos factos que o Chega irá constituir-se assistente no inquérito, colaborando com as autoridades em tudo o que estiver ao seu alcance”, avança o partido.
O Chega “espera que a investigação decorra de forma célere, rigorosa e transparente, permitindo determinar as causas do incêndio e esclarecer se existe ou não qualquer relação entre as duas ocorrências”.
O partido assegura que “sejam quais forem as razões que estiveram na origem deste incêndio, o Chega continuará presente em Évora, junto das pessoas e a cumprir a sua missão política”.